quarta-feira, 18 de outubro de 2017

"Grupo de Facebook"dos Elementos dos inícios do Rancho Infantil e Juvenil da Casa do Povo da Longra


Foi por estes dias criado um espaço nas redes sociais relacionado com a (con)vivência da área da Vila da Longra e arredores, no caso através da rede informática do "Facebook", chamado "Grupo Inicial do Rancho Infantil e Juvenil da Casa do Povo da Longra", com vista ao convívio virtual entre elementos dos princípios e mesmo até primeiros anos do próprio agrupamento histórico. Numa iniciativa tendente à aproximação possível por esse meio, visto a grande maioria ser composta por crianças e jovens de há vinte e tal anos, entretanto tornados homens e mulheres de hoje, havendo de permeio pessoas que não se vêm há muito tempo, bem como outros antigos elementos passam parte do ano em locais distantes, incluindo vivência no estrangeiro; tal como quem vive na área do concelho de Felgueiras poderá nem se encontrar muito, atendendo a que cada um tem sua vida, como é usual dizer-se. 

Assim sendo, com o denominador comum do Rancho da Longra, oficialmente chamado Rancho Infantil e Juvenil da Casa do Povo da Longra, fundado em 5 de Maio de 1994, vão sendo dadas as boas-vindas aos respetivos membros, convidando toda a gente que fez parte dos seus inícios a aderir a esse local de encontro informático, como partilha de memórias e especialmente amizades. Bastando obviamente pedir para serem adicionados (as).


Serão, para o efeito, naturalmente “bem vindas” todas e quaisquer colaborações, através de fotografias ou outras imagens documentais que os membros do grupo possam ter, assim como podem publicar mensagens e testemunhos de recordações comuns, de tudo que queiram partilhar – pois, uma das ideias do local, em que se reúnem pessoas pertencentes em tempos ao mesmo agrupamento, é que, como se costuma dizer, recordar é viver.

Entretanto no Grupo (na correspondente página do grupo no Facebook) já há algo para ver e (re)viver!

Armando Pinto
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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Cromos da Bola de Outros Tempos - Futebol Clube da Lixa na "2ª Nacional Norte"


Cromos da Bola - Plantel do Futebol Clube da Lixa, ao tempo da participação do clube da então Vila da Lixa, do concelho de Felgueiras, na 2ª Divisão Nacional - Zona Norte (nesse tempo popular "Segunda Nacional Norte").


= Da página informática da respetiva coleção =

Armando Pinto
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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Felgueirismo à prova de consideração em artigo no Semanário de Felgueiras


À porta de entrada da vida local num ciclo diferente e no mesmo número da edição do Semanário de Felgueiras em cujo espaço é publicada a primeira grande entrevista do novo presidente da Câmara Municipal de Felgueiras, Nuno Fonseca, mais um artigo de opinião do autor deste blogue tem também lugar em parte duma das páginas do mesmo jornal. No caso, como de costume, com a memória particular e coletiva no sentido. Desta vez subordinando o tema da crónica ao 

Felgueirismo

Como Felgueirenses que somos, e extensivamente Nortenhos do país começado há séculos por esta região de fortes raízes luso-galaicas e sucessor sangue afonsino aliado ao pendor sousão, temos natural caráter genuíno, ao jeito como consideramos e chamamos de gajo um espécime de referência, como alguém que por bem ou por mal não passa despercebido. Tal qual sujeito, à imagem da gramática clássica, é elemento fundamental numa frase, referimos certos tipos de figuras pelo prisma da atenção geral, sem constrangimento mas como sujeito de imaginário figurativo interessante. Podendo assim dizer que somos uns gajos porreiros, quão por vezes até conseguimos dizer umas coisas, como recentemente aconteceu com a mudança dos destinos do figurino autárquico, por assim dizer.

Pois bem, Felgueiras passa a viver uma outra fase diante da nova vivência com a realidade derivada das eleições autárquicas acontecidas ao começo deste outubro de transição, entre diferenciados casos da essência felgueirense.

Assim sendo, com natural apetência de trocar os bês pelos vês na derivação da antiga ligação aos alfozes portucalenses-durienses e arribas minhoto-galegas, cá nos postamos sem trocar de identidade, por mais água que corra pelos diversos cursos de água que formam o rio Sousa, por aqui assim chamado em diferentes percursos dos riachos que nascidos de variados locais se juntam ao sair do concelho. O que mostra, mais uma vez, como por aqui, em paragens felgarianas, é a diversificação que até ao correr da liquidez, se solidifica no que deve unir a generalidade do que torna identificável a sede da gente que bebeu e se sacia nas fontes locais.

Não há como nos sentirmos ser de alguma coisa e termos qualquer causa afetiva a que nos sintamos ligados, como sermos e termos a nossa terra e tudo o que nos leva a sentirmo-nos apertados ao rincão natal e afetivo. Realidade alterada com a reorganização administrativo-territorial decidida pelos políticos reinantes ao princípio da segunda década do século XXI, originária da união de freguesias que a partir de 2012/2013 levou a certo desinteresse generalizado pela coisa pública, incluindo o recorde de abstenção verificado nas eleições autárquicas desse período. Vindo a talhe, como mero exemplo, que um pólo urbano mais conhecido por sua localização com direitos históricos tenha passado no papel a ter outro nome imposto. O que, como se costuma dizer que há pecados que também se pagam neste mundo, tem feito com que alguns dos responsáveis dessa aberração a nível nacional e regional já tenham caído na consideração pública e outros vão pagando fatura moral, pelo menos. Como há certas coisas que apesar das dúvidas se costuma dizer que haver há-as, as quais por vezes lembram como pragas juradas por razões justas pegam mesmo e são bem feitas nas cores do tempo, por causa do cheiro da fortidão das tintas ambientais.

Estas loas de afinidades têm que se lhes diga. Numa derivação de como é, por exemplo, sentir ligação ao pão de ló, apesar de não termos qualquer lucro e apenas sensibilidade bairrista, com isso (no caso pessoal aqui do autor destas regras), por ser algo que transporta bom sabor coletivo. Bem como, noutro exemplo bem vincado, ocorreu com a alteração há anos sucedida no panorama do futebol felgueirense, perante o desaparecimento do clube representativo do nome Felgueiras e posterior ressurgimento com a fundação do sucessor clube episódico, como é da história (entretanto também narrada em livro respetivo). A pontos, que não mais esquece, em certo jogo onde o autor destas linhas presenciava a evolução do novo grupo que passara a equipar com cores diferentes do clube histórico, um assistente ao lado passou todo o tempo a puxar pela equipa adversária, pensando ser o Felgueiras que tinha na cabeça, o que só descortinou quando se deu conta que quem vestia de azul-grená eram os da outra equipa…

Estamos pois, no refrescar duma aragem capaz de fazer memória, de novo atentos à revitalização da identidade felgueirense, com esperança no que venha daí, diante do que possa voltar a tornar interessante o felgueirismo que nos corre nas veias.

ARMANDO PINTO
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quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Objetos com história... Uma agulheira particular!


Na ideia que imagens há a dispensar palavras, eis aqui uma agulheira antiga, com valor estimativo e naturalmente interesse afetivo, além da valia física... Com história particular, no caso, por ter pertencido a minha avó paterna, Júlia de Jesus Pinto. Sendo obviamente um apetrecho de uso na costura artesanal, em tempos utilizado para guardar agulhas, feito em madeira trabalhada.


Armando Pinto

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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Um cartaz e uma ficha de associação com história…


Sem precisar de laudes nem muitas palavras de introdução explicativa, traz-se aqui desta vez, à colação, como recordação de vínculos da memória coletiva, dois verbetes de certo interesse memorial. Como são os casos das imagens que aqui colocamos: Tratando-se de um cartaz promocional de espetáculo organizado na Longra, no âmbito de um programa oficial então existente de ensino básico para adultos, em cuja ambiência foi realizada uma festiva tarde em outubro de 1980 – com a particularidade de ter servido ao mesmo tempo como apresentação oficial do Rancho Folclórico de Varziela, com a presença de representantes da Federação do Folclore Português, para vistoria tendente à respetiva filiação (acontecida nesse dia a correspondente aprovação); tendo na mesma realização havido correspondência do ao tempo existente Centro Cultural e Recreativo da Longra (existente entre 1978 até cerca de 1982 e do qual aqui também recordamos uma ficha de atualização de sócio, pela envolvência pessoal, no caso), assim como no assunto teve ativa ação a Professora D. Candidinha Sousa. Factos que aqui fixamos por imagens do que disso se guardou…


Armando Pinto
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segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Nuno Fonseca novo Presidente da Câmara de Felgueiras, em importante momento histórico da Vida Felgueirense


Na evolução cronológico-memorial do nosso rincão concelhio de Felgueiras está encontrado o novo Presidente da Câmara Municipal de Felgueiras, eleito nas Autárquicas realizadas este domingo, dia 1 de outubro de 2017 – por sinal um dia de aspeto soalheiro, culminado na decisão coletiva que maioritariamente escolheu Nuno Fonseca, cabeça de lista da coligação Sim Acredita, formada pelo movimento Livre com o Partido Socialista. É pois Nuno Fonseca o próximo Presidente do Município da nossa terra, a quem o autor destas linhas deseja as melhores felicidades e maiores venturas no comando dos destinos felgueirenses. Em conjunto com toda a equipa que irá trabalhar em prol de Felgueiras e dos felgueirenses. Com natural desenvolvimento das terras e melhoria da qualidade de vida e autoestima felgariana. O que será muito normal, afinal, tal a confiança que depositamos em Nuno Fonseca e na nova Equipa Felgueirense.


Eleito o novo Executivo Municipal, mais a Vereação, membros dos órgãos da Assembleia e Deputados Municipais, estando no horizonte a esperança num melhor futuro, é tempo de guardar adereços que perpetuarão este acontecimento, ficando obviamente em arquivo pessoal, como de vezes anteriores, a literatura recebida. Da qual se lembra aqui algumas páginas documentais para registo histórico, neste local de preservação da memória felgueirense, também. Porque, tal como o agora já Presidente reconheceu publicamente, aquando do comício de campanha na Longra, o autor sempre pugnará pela terra natal e Felgueiras é nosso denominador comum.


Felicidades e tudo de bom, para o próximo mandato à frente de Felgueiras!

Armando Pinto
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sábado, 30 de setembro de 2017

Felgueiras na “baila” a propósito de Sérgio Conceição…


Sérgio Conceição, que em tempos pôs Felgueiras na baila da popularidade por suas fintas dançantes, nas arrancadas em direção à grande área dos clubes adversários, quando jogou pelo histórico Futebol Clube de Felgueiras, uma época em que esteve emprestado pelo FC Porto ao clube duriense, do interior do Douro Litoral, volta a ser recordado e a trazer à liça o nome de Felgueiras, a propósito do próximo jogo diante do Sporting de Jorge Jesus, seu antigo treinador ao tempo da respetiva passagem em Felgueiras .

É pois, como recordação do então jovem Sérgio Conceição nos tempos do “Felgueiras”, na proximidade do Sporting-Porto e reencontro com Jorge Jesus, o tema desta vez a tratar, com Felgueiras por denominador comum.

Felgueiras, concelho do distrito do Porto mas em zona de transição de Entre Douro e Minho, cuja situação de interioridade no território nacional não tem ajudado à promoção natural de forno do famoso Pão de Ló de Margaride e máquina do fabrico de calçado, tem sido terra pouco lembrada publicamente ao nível mediático do país. Raramente referenciada na comunicação social, Felgueiras tem aparecido mais por casos de menor apreço – à imagem como se costuma dizer que, ao contrário das boas, as más notícias chegam depressa. Contudo, também de vez em quando vai aparecendo o nome da terra felgueirense mesmo por outras razões. Surgindo assim uma vez por outra como cenário de algum motivo interessante. Como desta feita teve lugar no jornal O Jogo, a propósito de Sérgio Conceição ter jogado em Felgueiras nos seus primeiros tempos de sénior, como futebolista profissional, reportando a ser hoje figura cimeira do futebol nacional como treinador principal do FC Porto. Agora na sequência da proximidade do clássico jogo do FC Porto em Alvalade, que pode decidir para já o primeiro lugar do campeonato da Liga Portuguesa. Reportando o caso a uma reportagem jornalística, de recordação alusiva, dando a palavra a Zé Nando, ex-futebolista formado nas camadas jovens do FC Porto e que passou pelo FC Felgueiras ao tempo de Sérgio Conceição:

«Viagem ao passado antes do clássico: "Aquele miúdo é irreverente e não se cala" 
[I Liga - Futebol Nacional]

Zé Nando, agora adjunto de Manuel Machado no Moreirense, recorda os tempos em que Sérgio Conceição era orientado por Jesus. Um comentário circulava pelo balneário do Felgueiras.

Um Jorge Jesus "muito temperamental" e um Sérgio Conceição "irreverente que não se deixava ficar" é como Zé Nando, antigo futebolista e agora treinador adjunto do Moreirense, recorda os treinadores que se defrontam no domingo no Sporting-FC Porto.

José Fernando da Silva Pinto, conhecido no futebol pelo, e como o próprio refere, "nome de guerra" Zé Nando, tem agora 49 anos e treina ao lado de Manuel Machado a equipa do Moreirense da I Liga portuguesa em futebol.

Mas na época 1995/96, quando saltou do Portimonense para o Felgueiras, que nessa temporada militava no principal escalão do futebol português, Zé Nando cruzou-se com Jorge Jesus como treinador e treinou ao lado do então avançado Sérgio Conceição.

"Recordo-me de um Jorge Jesus muito exigente e muito temperamental. Abordava o treino e o jogo de forma muito competitiva. E de um Sérgio Conceição também exigente e muito metódico", disse à agência Lusa Zé Nando, apontando como características comuns dos agora treinadores do Sporting e do FC Porto a "grande paixão pelo futebol".

O agora técnico-adjunto dos minhotos lembra o treinador dos leões - com o qual conviveu cerca de meio ano porque no mercado de Inverno rumou à Académica - como alguém com "uma metodologia de treino já um bocadinho à frente daquilo que se fazia em Portugal", alguém que "queria que as coisas aparecessem bem feitas ao milímetro".

"A desvantagem era ser muito emocional. Mas compensava com uma boa metodologia de treino, boa abordagem. Gostava de observar os adversários. Vivia para o futebol. Saía do treino e ia ver jogos", descreve Zé Nando.


Já Sérgio Conceição - com o qual já tinha jogado em épocas anteriores - é descrito como alguém que absorveu o facto de ter sido "jogador de futebol de topo": "Fez com se tornasse um bocadinho mais equilibrado. É de uma geração mais nova. O treino foi evoluindo e a psicologia do desporto foi entrando. O Sérgio absorveu isso. Nota-se".

Voltando aos tempos do Felgueiras - de onde Zé Nando diz ter saído por opção própria porque se "sentia, e bem, barrado", diz, por companheiros de posição "com muitos atributos como um Leal vindo do Sporting e com passagens pela seleção nacional" - na memória guarda o dia em que o "miúdo ferveu em pouca água e foi preciso que os mais maduros acalmassem os ânimos no balneário".

"O Sérgio era muito novo, tinha 20 e poucos anos, e uma vez estávamos a ver uma análise de um jogo nosso e o Jesus queixou-se de um lance que tinha dado golo contra nós. O Sérgio não gostou e ripostou. Tivemos de pôr água na fervura e acalmá-los. Ambos se respeitavam. Ambos se riam depois do treino, mas lembro-me de comentarmos 'aquele miúdo de 20 anos é irreverente e não se cala, não se deixa ficar' ", contou.

Sporting, treinado por Jorge Jesus e que ocupa a segunda posição com 19 pontos, recebe domingo pelas 19h15, o líder FC Porto orientado por Sérgio Conceição que soma mais dois pontos, em jogo da oitava jornada da I Liga portuguesa em futebol.»

Armando Pinto
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